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A economia da Argentina registrou um recuo de 0,6% no segundo trimestre de 2026 na comparação com os três meses anteriores, puxada pela retração do consumo e dos investimentos. Apesar do tropeço trimestral, o Produto Interno Bruto (PIB) do país vizinho acumulou uma alta de 2,2% na comparação anual, sustentado pelo desempenho do setor exportador.
Os dados oficiais foram divulgados pelo Indec (o órgão oficial de estatísticas da Argentina) e revelam um cenário de duas velocidades. De um lado, as exportações avançaram fortes 13,7%, funcionando como o principal motor de sustentação da atividade econômica no ano. Do outro, o mercado interno segue sob forte pressão, com o consumo das famílias e os investimentos produtivos operando no campo negativo.
Há divergências, contudo, nas leituras do mercado sobre a magnitude do resultado. Enquanto os dados consolidados do Indec apontam para a retração trimestral de 0,6%, o portal SpaceMoney reportou que o PIB argentino avançou 2% no segundo trimestre de 2026, superando as projeções de analistas e sinalizando um fôlego extra para a condução econômica do país.
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