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Aliados de Flávio Bolsonaro expressam forte preocupação nos bastidores com a nova movimentação de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O temor central é de que a pressão exercida por Eduardo em busca de novas sanções internacionais acabe reabrindo o desgaste político provocado pelo episódio recente conhecido como o tarifaço.

A articulação internacional do clã bolsonarista volta a gerar divisões internas. Enquanto Eduardo aposta na pressão externa, alas ligadas a Flávio avaliam que a estratégia é arriscada e pode cobrar um preço político alto, prejudicando os planos eleitorais e a imagem do grupo no cenário nacional.

Segundo veículos de imprensa, o receio é que medidas punitivas contra o Brasil afetem a economia e sejam usadas por adversários políticos para colar na oposição a imagem de atitude antipatriótica. A repercussão negativa do tarifaço anterior ainda é sentida pelos parlamentares que tentam modular o tom da oposição no Congresso.

Até o momento, a ofensiva de Eduardo nos Estados Unidos segue firme, ignorando os alertas dos aliados mais pragmáticos de seu irmão. Resta saber como o impacto dessas potenciais sanções vai ecoar em Brasília e se a ala moderada conseguirá conter os danos da nova investida internacional.

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